Zero
Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008
Apaguei tudo que já tinha escrito neste blog, e acho que depois disso não tem volta. Já fazia dias que eu andava insatisfeito com o conteúdo deste blog, mas não queria abdicar deste espaço nem deste endereço, afinal gosto daqui. Só não gostava nem um pouco do que eu vinha escrevendo. Nunca textos completos, acabados, bem feitos: só esboços, precisando ainda de muita funilaria, que iam publicados de qualquer jeito por pura preguiça deste que vos fala. Isso agora acabou.
Eu sonho em ter um blog decente, e algum dia vou conseguir. Não pretendo ser famoso, ter milhares de visitas e dezenas de comentários, nada do tipo. Quero só produzir alguma coisa legal, que pelo menos eu próprio goste de ler. Alguns amigos também. E que dure por muito, muito tempo, sem eu abandoná-lo ou começar outro. Também não pretendo falar de um assunto específico; jamais teria paciência pra isso. Acho que só gostaria de escrever um blog se falasse de tudo um pouco, do que me desse vontade. Uma análise dos meus dramas mesquinhos e da pequenez humana inspirada pela falta de um assento na minha privada. Considerações pseudo-sociológicas a partir de candidatos toscos à próxima edição do American Idol. Elucubrações metafísicas acerca do frango empanado que comi no almoço. Algo que fizesse jus ao nome deste blog. Eventuais umbiguismos, também, porque o blog é meu e eu quero assim, ora porra.
E a partir de hoje, é assim que vai ser – ou, pelo menos, assim que vou tentar fazer. Mesmo que tenha que deixar o processo de um certo Oséas Não-interessa-aqui-o-sobrenome, do Mato Grosso do Sul, esperando sobre minha mesa por um parecer – que é exatamente o que acontece agora. Até mesmo porque hoje eu tô mais inspirado pra divagar que pra trabalhar.







Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008 at 18:12
Que coisa feeeia, Sáv! Deixando de trabalhar, coitado do Oséas! Aliás, coitado novamente dele, com um nome desses… sausahusaahushauasuhs!
Coitado, né? O infeliz simplesmente encheu a cara e ainda foi pedir mais cerveja num bilhar, o garçom não quis dar e levou bala. Algo perfeitamente previsível e racional, claro.